Os diamantes despertam fascínio, mas também acumulam mitos . Neste guia, vamos revelar o que é verdade e o que não é sobre algumas das crenças mais comuns que rodeiam estas gemas, e como os diamantes cultivados em laboratório da Brilianto estão a mudar a forma como entendemos a alta joalharia.
Porque persistem os mitos sobre os diamantes?
Durante décadas, o mundo da joalharia esteve envolto em lendas e crenças alimentadas tanto por poderosas campanhas publicitárias como por desinformação. Na Brilianto, queremos desmistificar estas crenças e mostrar-lhe, com factos e experiência, porque é que os diamantes cultivados em laboratório são tão autênticos e valiosos como os naturais.
A nossa missão: inovação e compromisso ético
Na Brilianto, o nosso objetivo é transformar a alta joalharia com uma proposta que alie tecnologia e consciência. Estamos empenhados na inovação, utilizando diamantes exclusivos cultivados em laboratório a partir de carbono proveniente de locais icónicos — como a relva dos estádios — ou outros materiais carregados de história e significado. Simultaneamente, promovemos um modelo ético baseado na transparência, na sustentabilidade e no respeito pelas pessoas. A nossa missão é criar joias que se destaquem pelo design e pelos valores que incorporam.
Mito 1: “Os diamantes cultivados em laboratório não são reais”
Realidade:
Os diamantes cultivados em laboratório possuem a mesma estrutura cristalina de carbono que os diamantes naturais. A diferença reside no processo: uns são formados sob pressão geológica, outros em reatores de alta tecnologia. Ambos são submetidos a análises rigorosas e possuem certificação IGI, garantindo a sua pureza e composição idêntica.
Mito 2: “Produzi-los é poluente”
Realidade:
A produção em laboratório pode gerar até 60% menos emissões de CO₂ do que a mineração tradicional, especialmente quando se utiliza energia renovável. Ao eliminar a necessidade de escavar e transportar toneladas de terra, o impacto no solo e nos ecossistemas locais também é reduzido.
Mito 3: “Só os diamantes naturais valem a pena”
Realidade:
A exclusividade não tem de comprometer a tecnologia. Os diamantes cultivados em laboratório permitem uma personalização completa na lapidação, cor e tamanho, sem as limitações dos depósitos naturais. Na Brilianto, criamos cada peça como uma obra de arte única, combinando inovação e elegância intemporal.
Mito 4: “Não são tão resistentes como as naturais”
Realidade:
Tanto os diamantes naturais como os cultivados em laboratório apresentam uma dureza 10 na escala de Mohs, o nível mais elevado. Isto torna-os praticamente resistentes a riscos. Com cuidados básicos — limpeza regular e manutenção profissional — manterão o seu brilho geração após geração.
Mito 5: “Investir em diamantes é sempre uma boa ideia”
Realidade:
Os diamantes são, acima de tudo, joias de luxo, não um ativo financeiro líquido. O seu valor depende dos 4 Cs (corte, pureza, cor e quilates), da procura do mercado e do regime fiscal.
No entanto, quando a sua origem é clara, a sua rastreabilidade é garantida e a sua produção é limitada, como no caso dos diamantes Brilianto, podem adquirir um valor único ao longo do tempo.
Se procura diversificar os seus investimentos, considere outros ativos; mas se deseja algo com história e personalidade, o diamante continua a ser insuperável.
Comparação: Diamantes Naturais vs. Diamantes Sintéticos
Principais diferenças entre diamantes naturais e diamantes cultivados em laboratório, explicadas de forma clara.
Diamantes naturais
- Composição: carbono puro (formação geológica)
- Certificação comum: GIA, IGI
- Pegada de carbono: elevada (extração e logística internacionais)
- Preço médio: 15.000€/unidade*
- Disponibilidade: limitada pelos depósitos.
Diamantes cultivados em laboratório
- Composição: carbono puro (formação tecnológica)
- Certificação comum: GIA, IGI
- Pegada de carbono: média ou baixa (síntese em ambiente controlado)
- Preço médio: 8.000€/unidade*
- Disponibilidade: Flexível, de acordo com a procura.
Nem todos os diamantes cultivados em laboratório têm uma baixa pegada ambiental se a energia utilizada for proveniente de combustíveis fósseis. Ainda assim, o seu impacto ambiental é, normalmente, menor do que o da mineração.
Quanto ao preço, este depende da qualidade do diamante, determinada pelos 4Cs: cor, pureza, lapidação e quilates.
Certificação IGI: Garantia de Qualidade
O Instituto Gemológico Internacional ( IGI ) é líder mundial em gemologia. Os seus relatórios abrangem os 4 Cs e detectam tratamentos ou irregularidades. Recomendamos a consulta do relatório do IGI sobre os diamantes cultivados, bem como a última edição do Journal of Gemmology, que discute detalhadamente as suas características e processos de certificação.
Ética e sustentabilidade na Brilianto
Na Brilianto, entendemos a sustentabilidade como uma parte essencial do nosso trabalho. Produzimos cada diamante utilizando energia 100% renovável e aplicamos os princípios da economia circular sempre que possível. Além disso, colaboramos exclusivamente com fornecedores certificados que garantem condições de trabalho justas e a utilização responsável dos materiais. Desta forma, construímos um modelo de joalharia mais ético e consciente, alinhado com os valores dos nossos clientes.
Perguntas frequentes
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Os diamantes cultivados em laboratório são iguais aos naturais? Sim: a sua composição e propriedades físicas e óticas são idênticas.
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Como posso garantir a sua autenticidade? Solicite sempre o certificado IGI e a lista detalhada dos 4 Cs.
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Qual a sua durabilidade? Com cuidados mínimos, durarão gerações sem perder o brilho.
- Como é que os 4 Cs afetam um diamante cultivado em laboratório? Da mesma forma que nos diamantes naturais: lapidação para brilho, clareza para cintilação, cor para pureza visual e quilates para tamanho.
O futuro das suas joias sustentáveis
Os diamantes cultivados em laboratório revolucionaram a joalharia, desfazendo mitos antigos e oferecendo vantagens reais em termos de sustentabilidade, personalização e preço. Na Brilianto, convidamo-lo a descobrir as nossas coleções exclusivas e a dar o passo rumo ao luxo inovador e responsável.